segunda-feira, 9 de maio de 2011

Mudanças na Alimentação

Antigamente, os povos da Terra alimentavam-se de modos muito diversos. A base da alimentação era para uns o arroz e para outros o milho e os cerais. A necessidade de carne satisfazia-se mediante a pesca e a caça. Nos países tropicais consumiam-se, sobretudo, gorduras vegetais, e nos países árticos quase unicamente gorduras animais. O consumo de vegetais e de frutas dependia da estação do ano e da região em que se vivia. Mas por mais diferentes que sejam as formas de nutrição dos povos, todas deram bons resultados, porque quase sempre conservavam a forma natural do alimento e era reduzida a proporção de alimentos animais.
O desenvolvimento da indústria e dos grandes núcleos populacionais produziu muitos adiantamentos e facilitou um modo de vida ao qual não desejamos renunciar, mas trouxe também decisivas alterações no nosso conceito de existência, sobretudo no domínio da alimentação.
Hoje, as características predominantes da nossa alimentação são as seguintes:
Substituição de alimentos crus por alimentos cozidos.
Substituição de alimentos naturais por artificiais.
Excesso de proteínas animais.
Excesso de gorduras animais.
Excesso de sal.
Excesso de produtos químicos que se empregam na apresentação e conservação dos alimentos.
Insuficiência de vitaminas e de hormônios vegetais (auxinas).
Insuficiência de sais minerais e oligoelementos.
Insuficiência de substâncias estimulantes das paredes intestinais (celulose).
Insuficiência de pigmentos vegetais verdes (clorofila).
A causa desse modo de viver e de se alimentar é antinatural e é a origem principal de muitas doenças generalizadas e de graves consequências, como prova os seus efeitos no organismo humano.

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